quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

POLILÉTICA

A dialética pensada na razão dualista justapõe termos que não são opostos, o branco só é a contradição do preto se assim o pensarmos, mas se considerarmos a existência de uma escala cromática, cuja gradação siga nas duas direções até o infinito, quaisquer pontos escolhidos para serem justapostos serão pontos aleatórios, e todos os pontos implicam-se um com o outro e com todos os outros ao mesmo tempo, a contradição do branco é o vermelho, o amarelo, o azul, o verde, pois a distância mínima entre dois pontos é O infinito, mesmo entre o branco e o branco, achar que não deveríamos temer o que estamos tranquilo e pensar em uma oposição que não se resolve - das coisas que estão tranquilas em nós, temos medo, saudade, angústia, amor ... tudo se relacionando como teses, antíteses e sínteses - sendo tudo uma coisa só - um UNO.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Câmbios y transformaciones

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

O verde

Dizem-me, e eu penso também, que eu devria parar de fumar, que talvez isso me trouxesse um pouco de dignidade, mas sei que é mentira.
Alguns substituem
o vício
pelo hábito
de chupar balas, o que me parece um pouco infantil.
Talvez algumas infâncias sejam dignas, as demais , porém são curtas - as dos vendedores de balas, por exemplo!
Não foi o cigarro que me tornou menos digno.
Aliás, digno de quê?