Tentando sentir a intenção dos sentidos,
eu sigo sozinho. Me vejo a caminho da compreensão mais profunda do místico, do sonho - o onírico.
Se eu durmo-acordado é por pura intenção de me manter desperto emquanto espero. Eu sei no que crer e no que não creio. Recrio a vontade de ter ninguém, recorro ao recurso de ser alguém, uma mancha, uma estrela, um vazio. Eu sigo sozinho, só, de pó em pó.
Após os tronos em que encontrei-me deposto por mim mesmo, disposto a ser eu mesmo; Aposto na vontade e no desejo!
Reponho o lugar, refaço, resgato o ar; respiro. Páro. Penso: Quanto Tempo faz que não temos e não vemos, mas não importa o tempo - exceto esse cinza que me faz pensar na última vez, no único sol a pôr-se e repor-se e nascer-se e então os últimos cigarros eu fumo sozinho.
E só eu sei se sou insano ou se há um destes contido em mim, que grita silenciosamente e explode discreto nos cantos, nos contos, em encontros, sem saber distinguir o verdadeiro, mas sem se misturar aos falsos. Buscando encontrar outros pontos para a vista, de olhos semi cerrados disfarço o que ouço e tudo ao meu redor e detesto saber se há o sabor certo. Prefiro sentir o cheiro de nomes que eu nem sei, mas o seu ... eu gosto e sei; e talvez outros também, mas só sabem outro, pois o que eu sei é meu, mesmo sendo seu- simples!
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Há 11 anos

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