sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Dragão da Bondade.

Se o meu olhar fosse o que astuto espreita, sentindo a práxis surgir na mente e sabendo ser meu o destino de uns sós, que moram em casas como os pombos.

Quando o profano guerreiro se anuncia o dragão da bondade, minha mente escrutina-me, me faz pensar me, me saber duvidar-me e das catacumbas em que se escondem, minhas almas saem e vem aos meus ouvidos me contar as estórias que vivi e que não sei. E se a presença de fumaça lembra o fogo, o meu epílogo é meu prólogo também e faço o exame do flagrante consciente d emim mesmo agindo inconscientemente.

é como a história da mula africana que fala do irmão da mãe, o cavalo, e nunca do pai, o burro.

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