segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

E as fábricas começam a buzinar. Um movimento que responda às exigências dessa primeira década do século XXI, não começa no ano dois zero zero nove, seu desenvolvimento teórico e prático é fruto de um acúmulo, mesmo que as transformações no cenário exijam uma atuação correspondente por parte dos que acreditam na transformação revolucionária da sociedade; diversos processos demonstraram a vida de algumas concepções surgidas das lutas políticas protagonizadas pelos trabalhadores e por isso são relembrados. Mas o corporativismo surdo que abala as principais discussões de hoje também não fala sobre a relevância de que os estudantes se organizem e discutam política.. Para responder a esfinge que afirma devoro-te e devoro-te, e despeja as massas de trabalhadores às margens, na precária condição de vida; e, para não citar saúde, educação e alimentação, ao corte dos salários negociados com os sindicatos dos fajutos, é preciso forjar uma nova pergunta. Decifro-te e destruo-te!

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