sexta-feira, 26 de setembro de 2008

De um diálogo com uma bruxa

Daí eu penso que o destino pode ser uma ilusão baseada nas relações que conseguimos estabelecer, mais especificamente quando conseguimos antecipar a percepção de uma possível relação “coincidencitiva”... como uma fuga do tempo presente pela visualização do futuro, mas como o tempo é convenção - o passado só existe, na nossa mente, tanto individual quanto coletiva, naquilo que pode ser preservado e descrito e perpetuado; o presente é somente aquilo que conseguimos apreender das experiências então o futuro está sujeito ,também à nossa compreensão, se eu penso já existe ...e daí é o destino

Um comentário:

cra disse...

o futuro e o destino fazem parte da memória. o deserto é o próprio estar livre, mas livre dentro de uma pintura do chagall, o que pode ser um pouco desesperador.
um abraço pro bergson.